Fusão de conceitos

Fusão de conceitos

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Por vezes existem dois mundos distintos, separados por pouco mais do que um corpo de água ou as limitações da imaginação. Até que nos apercebemos que essas limitações não existem.

Um rio é como a divisão entre os dois hemisférios cerebrais. Separa, estabelece a diferença entre a margem analítica e a margem criativa e é fácil de testemunhar isso em vários dos rios deste mundo.Mas para todos os obstáculos, o engenho do homem encontra uma maneira de criar pontes, as reais e as filosóficas.

Foi ao volante de uma dessas pontes filosóficas que chegámos a Gaia. A explicação é simples: o GLC Coupé, lançado há pouquíssimo tempo, é uma fusão entre dois conceitos que à primeira vista são afastados, o de um carro utilitário e um desportivo. As linhas deste Coupé convidam o olhar, são um prenúncio de emoções que se embrenham pela pele a dentro e pedem um pretexto para encetar novas explorações.

E Gaia pode mesmo ser território por explorar junto de quem tem a cidade do Porto como único ponto de referência cultural livre. Mas há muito que fazer na “outra” margem do rio, a começar desde logo com a parte visível, junto à água.

 

 

Na Douro Marina, já bem perto da foz, encontrámos uma espécie de embaixada de lazer, onde o GLC Coupé se sentiu simultaneamente em destaque, mas também totalmente inserido no ambiente que o rodeava. A sua cor branca parecia ganhar vida com o brilho da água, o design simples mas carregado de intenção estética dos edifícios e barcos da marina. Essa filosofia de simplicidade e busca da perfeição está também presente no Kanpai, um restaurante de sushi de fusão, com vista – e comida – privilegiada.

De volta à estrada, o GLC Coupé continua a demonstrar o porquê de ser uma criação inesperada, que tão depressa está a fazer virar cabeças de forma tranquila junto à zona mais turística de Gaia, como está a soltar um rugido – que denuncia o modo Sport+ – em direção às praias, rumo à liberdade. Ao longe, avistamos uma regata e depressa apontamos o Mercedes na direção do cais, onde encontramos Diogo Barros, treinador olímpico de vela e velejador profissional que já ocupou o 12º lugar do ranking mundial. Esta regata que se encontrava a coordenar não tinha, de longe, o caráter competitivo daquelas em que costuma participar. Era, isso sim, um evento empresarial que a sua empresa, a BBDouro, organiza frequentemente.

Nestas regatas de caráter informal, vários colaboradores da mesma empresa dividem-se entre os cerca de 11 veleiros que a BBDouro possui, e trabalham em equipa para ver quem alcança a melhor pontuação possível. À primeira vista é apenas um momento de diversão, mas para um olhar mais atento é a oportunidade certa para identificar eventuais sinergias entre departamentos ou possibilidades de liderança que possam estar emergentes.

Foi com esta nova fusão – entre a lógica empresarial aplicada às lides marítimas – e com uma ponte como cenário, que chegámos à conclusão óbvia que não há obstáculo que não mereça um mecanismo de superação, tal como todas as estradas – as retas e as sinuosas – merecem um SUV como o GLC Coupé.